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Confissões
DIRETOR
中島哲也
LANÇAMENTO
04/06/2010
ASSISTIDO EM
30/07/2026
SINOPSE
No último dia de aulas de uma escola secundária, uma professora despede-se dos alunos com o anúncio de que vai deixar a escola, mas acrescenta uma confissão: a sua filha de quatro anos, que morreu recentemente ao afogar-se na piscina da escola, foi na realidade assassinada por dois alunos daquela classe. Como a lei não permite a responsabilização de crianças menores de 14 anos por seus crimes, ela anuncia que fará justiça com as próprias mãos.

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Confissões

Visto
Ranqueado #39/75
Blagitz
Em Drama: #28/39 · Em Suspense / Thriller: #14/29
7.3
MEDIANA
7.29
MÉDIA
7.3
MODA
★ 7.4
O filme abordou uma trama que traz questionamentos quanto à moralidade, justiça e o vazio emocional na adolescência. Seguindo com um ritmo mais lento, melancólico e até próximo de uma abordagem teatral pode acabar soando demasiadamente lento e repetitivo pra certos telespectadores, mas achei uma ótima escolha do diretor para contar a história, o que ficou mais exagerado foi a reação de alguns personagens em certos atos, mas não vou levantar muitas críticas quanto a isso, no geral, gostei bastante do debate e reflexões que trouxe.
★ 7.3
Filme loucassooo sem usar nada, chega a ser engraçado o quão absurdo ele é, mas é daora, vale a pena ver.
★ 7.3
É um bom filme, mas os diálogos se perdem às vezes.
O que me chamou atenção é que todos fazem maldades, mas a punição é dada pelas próprias personagens, não há uma entidade responsável pela proteção da justiça.
Outro ponto é a constante tentativa de ultrapassar um ao outro na questão da inteligência e previsibilidade, o que torna o filme meio confuso e meio larper, mas é aceitável.
Por fim, o fato das confissões irem passando e a personagem central ir mudando constantemente me pareceu uma abordagem interessante e gostei desse quesito no filme, trouxe vários pontos de vista de uma mesma história.
★ 7.6
O filme aborda uma trama pra lá de esquisita, uma que traz questionamentos sobre a moralidade e a justiça nesse mundo tão cruel, uma professora SIGMA e duas crianças psicopatas que não entendem as consequências de suas ações.

Só estou brincando. — Yuko Moriguchi
A ÓTIMA trilha sonora carrega boa parte do peso emocional do filme - as escolhas musicais (com destaque a RÁDIOCABEÇA) funcionam muito bem com o tom frio CINZA e deprimente da obra, e criam muito bem a vibe da obra.
A ideia do filme, tanto no enredo quanto no storytelling, é muito boa: essa estrutura de confissões, alternando entre os pontos de vista da professora, dos alunos e das famílias, foi um jeito muito interessante de contar a história, aprimorando a cada confissão o que a gente já tinha visto antes.
Contudo, pra essa trama toda se realizar, o filme precisa fazer muitas concessões: os comportamentos de personagens são muito funcionais pro roteiro e nada reais e a professora parece ser o Johan Liebert de tanto que controla e manipula todos. É claro que, pra esse filme especificamente, essas concessões têm de ser feitas - não acho que tenha como a trama funcionar sem elas aqui -, mas isso não funcionou muito bem pra mim.
A fotografia também merece elogio: a câmera lenta e a paleta acinzentada reforçaram bem o clima; muitas cenas também bonitas e uma boa ambientação.
De qualquer forma, é um filme tecnicamente bem construído e com uma proposta ousada, mesmo que a narrativa tenha me deixado um pouco mais distante do que o filme quis propor.
★ 7.3
A primeira coisa que notei é como a sala de aula é diferente, onde os alunos, apesar de estarem cercados de pessoas, encontram-se completamente sozinhos, um lugar profundamente competitivo e com ausência de autoridade. Praticamente todos os personagens possuem falhas semelhantes, geralmente não conseguindo estabelecer relações humanas verdadeiras, com a violência surgindo justamente através desse vazio. Uma verdadeira crítica à sociedade japonesa contemporânea, que costuma se enquadrar em um individualismo excessivo.
É também bastante notável o quanto esse filme é estilizado, com trilhas sonoras como Radiohead (sendo exagerado em certo ponto para transmitir uma emoção que deveria vir de forma natural) e outros elementos, basicamente transformando a violência em algo visualmente belo, ao mesmo tempo em que se percebe o quanto é moralmente perturbador. Talvez isso pudesse ser substituído para se construir uma simpatia entre o público e os personagens, porque simplesmente não há depois de algum tempo.
★ 6.5
Um filme ok

A vingança no filme se baseia em manipulação total, e nisso a teacher se destaca muito, mas, manipolou apenas crianças, então não tem tanto mérito ainda, como o deus kira, ou o rei da manipulação, ayanokoji, vai precisar subir o nível ai...
★ 7.6
A professora mais SIGMA da história do Japão aplicando uma vingança fria e calculada que deixaria o serviço secreto de queixo caído. Cinema de alto nível!