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Nanjing: Luz na Escuridão
DIRETOR
Shen Ao
LANÇAMENTO
19/07/2025
ASSISTIDO EM
06/08/2026
SINOPSE
Em 1937, um carteiro se passa por fotógrafo para os japoneses durante o Massacre de Nanjing. Enquanto colabora com as forças invasoras, ele esconde refugiados chineses e documenta secretamente a violência do conflito.

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Nanjing: Luz na Escuridão

Visto
Ranqueado #33/75
Eurosphyr
Em Drama: #26/39 · Em Guerra: #6/9
7.3
MEDIANA
7.58
MÉDIA
7.3
MODA
★ 8.0
É difícil dizer que um filme de guerra é bonito, afinal, guerras não produzem nada que não seja a mais visceral crueldade humana, é a forma mais pura e fácil de retornarmos à vida selvagem, todos os valores se esvaem, toda a corrupção moral vem à tona, não há vencedores nem perdedores, há homens e mulheres inocentes sendo mortos por ordens de homens covardes e culpados à troco da ganância, da luxúria, da corrupção.

Como Diria Manuel Bandeira: O Bicho, meu deus, era um Homem!

Ainda exaltando ilustres escritores brasileiros, Rachel de Queiroz dizia não haver apenas uma interpretação para uma obra, pois bem: Enquanto os soldados japoneses estavam tirando vidas ( Escuridão ), os resilientes chineses que tentavam sobreviver fizeram o que podiam para continuarem vivos o máximo de tempo possível e, se possível, quando escapassem, denunciar os horrores que seu povo sofria, como vimos ao final trazendo a Luz, aproveitando de citações diretas do filme: Você não estará apenas revelando fotos, estará salvando vidas, as nossas 5 vidas.
O filme esteve repleto de ótimas atuações, ótimos diálogos, ótima abordagem, fotografia, trilha sonora, foi um deleite total e não consigo ponderar ou se quer cogitar qualquer erro, quem o tentar é apenas um defensorzinho safado nazista do Império japonês.
Viva à China! 中國萬歲!
Um ótimo filme sobre a crueldade japonesa na guerra contra a China, um tema um tanto incomum.
Um ponto interessante é a escolha de contar boa parte da história pela perspectiva do soldado japonês Ito Hideo - que parece que vai, aos poucos, se afundando em culpa e horror com o que ele mesmo participa, mas nunca dá um basta; afinal, nenhum japonês é humano, são bestas vulgares e nada mais.
Contudo, é um filme difícil um tanto cansativo de assistir, não só pelo ritmo, mas pelo próprio peso emocional constante - é pesado do início ao fim, o que certamente é proposital, mas também o torna bem exaustivo.
As cenas de violência são muito bem colocadas e agregam adequadamente à obra e ao seu peso.
Além disso, algumas cenas parecem uma propaganda forçada, principalmente o final, que é bem mid.
No fim, é um filme tecnicamente bem executado, que aborda um tema importante e um tanto incomum, com boa fotografia, mas cujo peso emocional não é tão forte quanto de outras obras de guerra mais famosas e parece muito uma propaganda.
★ 6.4
É um filme engraçado em certa medida, porque, apesar de retratar uma atrocidade REAL, sua forma de contar essa história é um tanto quanto inusitada, tornando-o basicamente um melodrama forçado. É fato que mostrar o horror é necessário nesse tipo de filme, mas repetir o horror não necessariamente aprofunda a sua compreensão.

Também é importante ressaltar os objetivos comuns dos filmes históricos. Alguns são feitos para tratar melhor a história, homenagear vítimas ou reforçar uma identidade nacional. Esse filme parece seguir muito mais a terceira proposta, mesmo que os fatos apresentados tenham sido verdadeiros. Compará-lo com outros filmes americanos é até uma forma inadequada de análise, porque a maioria deles trata mais sobre a experiência da guerra em si do que busca fazer algo semelhante a este filme.
Acho que isso cria até uma certa ironia, porque um filme cujo objetivo é mostrar as memórias das vítimas e das pessoas envolvidas acaba, ao mesmo tempo, utilizando-as como instrumentos de propaganda estatal. Não que isso seja necessariamente algo ruim, pois outros filmes como Apocalypse Now e Vá e Veja claramente não são neutros, mas o que diferencia essas obras é se o diretor transforma o evento em algo humano ou em um mero argumento.
★ 7.3
Um ótimo filme sobre a crueldade japonesa na guerra contra a China, um tema um tanto incomum.
Um ponto interessante é a escolha de contar boa parte da história pela perspectiva do soldado japonês Ito Hideo - que parece que vai, aos poucos, se afundando em culpa e horror com o que ele mesmo participa, mas nunca dá um basta; afinal, nenhum japonês é humano, são bestas vulgares e nada mais.
Contudo, é um filme difícil um tanto cansativo de assistir, não só pelo ritmo, mas pelo próprio peso emocional constante - é pesado do início ao fim, o que certamente é proposital, mas também o torna bem exaustivo.
As cenas de violência são muito bem colocadas e agregam adequadamente à obra e ao seu peso.
Além disso, algumas cenas parecem uma propaganda forçada, principalmente o final, que é bem mid.
No fim, é um filme tecnicamente bem executado, que aborda um tema importante e um tanto incomum, com boa fotografia, mas cujo peso emocional não é tão forte quanto de outras obras de guerra mais famosas e parece muito uma propaganda.
★ 9.3
Bom filme, muita propaganda chinesa de fato, mas a história e criatividade compensam bo aparte disso. O maior problema é realmente o grande saudosismo chinês e a visão demoníaca sobre os japoneses.
Queria falar mais, mas não lembro.
★ 7.2
Um choque de realidade mais pesado que tanque Merkava. O filme te moí por dentro, mas aquela propaganda escancarada no final pareceu anúncio do governo no meio do clímax. Tirou o brilho.