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Orfeu
DIRETOR
Cacá Diegues
LANÇAMENTO
21/04/1999
ASSISTIDO EM
02/08/2026
SINOPSE
Orfeu (Toni Garrido) é um popular compositor de uma escola de samba. Residente na favela, ele se apaixona perdidamente quando conhece Eurídice (Patrícia França), uma nova moradora do local. Mas entre eles existe ainda Lucinho (Murilo Benício), chefe do tráfico local, que irá modificar drasticamente a vida de ambos.

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Orfeu

Visto
Ranqueado #60/75
braresa
Em Drama: #36/39 · Em Crime / Policial: #14/15 · Em Musical: #1/1 · Em Romance: #5/8
4.7
MEDIANA
4.67
MÉDIA
4.7
MODA
★ 4.7
O personagem de Murilo Benício deixa o filme muito mais chato e nos faz perder o interesse que já não é muito em acompanhar o desenrolar da trama. A ideia de ambientar o mito grego de Orfeu e Euridice no Brasil seguindo a folia carnavalesca e uma cultura brasileira, por mais que muito estereotipada e pouco convincente foi legal, mas não foi nada bem trabalhada e mais me entristece essa forma de retratar sempre da mesma forma. As atuações não foram muito convincentes também com diálogos bem forçados e deslocados, sempre comentando dessa magia circundando o protagonista, mas na obra não temos porque ver com essa magia.
O final foi surpreendentemente horrível pela atuação e forma que se desenvolveu, ainda odiei o fato de terem faltado partes cruciais do mito original, como a caminhada de volta para a vida.
★ 4.7
O personagem de Murilo Benício deixa o filme muito mais chato e nos faz perder o interesse que já não é muito em acompanhar o desenrolar da trama. A ideia de ambientar o mito grego de Orfeu e Euridice no Brasil seguindo a folia carnavalesca e uma cultura brasileira, por mais que muito estereotipada e pouco convincente foi legal, mas não foi nada bem trabalhada e mais me entristece essa forma de retratar sempre da mesma forma. As atuações não foram muito convincentes também com diálogos bem forçados e deslocados, sempre comentando dessa magia circundando o protagonista, mas na obra não temos porque ver com essa magia.
O final foi surpreendentemente horrível pela atuação e forma que se desenvolveu, ainda odiei o fato de terem faltado partes cruciais do mito original, como a caminhada de volta para a vida.
★ 2.0
horrivel, daria nota maior se fosse sobre o bope subindo o morro e matando.
★ 6.2
A ideia de trazer o mito clássico de Orfeu para o ambiente cruel das favelas brasileiras é um premissa muito interessante e até genial, porém aqui é feita de uma forma porca, os diálogos são vazios, os personagens são pouco memoráveis e o humor não vai muito além da construção estereotipada das favelas brasileiras.

O protagonista é uma bola oca de personalidade, não consigo lembrar de nada marcante nele, além do fato dele se chamar Orfeu e ter sido abençoado pelos deuses com o dom da música. O personagem inteiro se constrói nisso, e só.
A trama do filme é boa, as músicas são boas (pelo menos o samba/MPB, o funk antigo ainda se salva). A ideia de trazer o mito original pra dentro da favela é boa e tinha muito potencial, mas o filme não aprofunda tanto quanto poderia esse paralelo: é feito de maneira básica e também não consegue explorar direito as questões sociais que ele mesmo levanta.
O romance entre Orfeu e Eurídice até funciona pro filme, mas é bem fraco. Sinceramente, não foi um grande problema pra mim, mas sob uma análise mais cuidadosa, essa paixão à primeira vista é muito fraca. Ainda, a ex do Orfeu simplesmente é negligenciada pelo resto da trama.
De fato, os personagens como um todo são bem fracos e pouco desenvolvidos, assim como a ligação entre eles (quaisquer que sejam).
Por outro lado, a fotografia é bonita e a atuação é bem decente, principalmente do Orfeu.
Ainda, o final da obra consegue tirar muitos pontos. Bem podre.
No fim, é um filme com um visual e uma trilha sonora boas, uma ideia ótima, mas que tem um romance desenvolvido simploriamente e que não consegue ser memorável.
AAAAAAAAAaaAAAAaAaAa— Garoto gritando no final do filme sem parar
★ 4.0
Pensa em um romance fraco, em que a relação entre Orfeu e Eurídice, que deveria ser o cerne da estrutura emocional da história, praticamente não existe. Isso sem contar as atuações bastante duvidosas.
De qualquer forma, acredito que o principal problema aqui seja a falta de equilíbrio entre o mito e o realismo. O filme fica dividido entre fazer um retrato social da favela e adaptar a tragédia mitológica, mas, no fim, ambos acabam ficando superrasos.

Pelo menos a fotografia é bonita, assim como os diálogos, que parecem poemas. Também merece destaque a ousadia e a criatividade do diretor.
★ 4.7
Murilo Benício tentando fazer mito grego no meio do Carnaval do Rio pareceu um exercício militar que deu tudo errado. Faltou ritmo, faltou mito e sobrou vergonha.