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O Homem Invisível
DIRETOR
James Whale
LANÇAMENTO
31/10/1933
ASSISTIDO EM
10/07/2026
SINOPSE
O Homem Invisível (1933), dirigido por James Whale e estrelado por Claude Rains, acompanha um cientista que descobre a fórmula da invisibilidade e enfrenta as consequências psicológicas e morais de sua criação. Marco dos filmes de terror e ficção científica da Universal, impressiona até hoje pelos efeitos práticos inovadores e pela direção criativa. Considerado um clássico, vale assistir tanto pelo valor histórico quanto pela narrativa envolvente.

O Homem Invisível

Visto
Ranqueado #2/76
Pacote
Em Terror / Horror: #1/23 · Em Ficção Científica: #1/17
10
MEDIANA
9.78
MÉDIA
10
MODA
★ 10.0
Filme magnífico, obra de arte, um clássico cinematográfico que todos os seres vivos que queiram saber sobre a sétima arte tem que ter a obrigração e o prazer de assisitir, um filme a frente de seu tempo com efeitos especiais melhores do que do MCU, uma direção criativa impecável, o filme impressiona pelos efeitos práticos, é uma obra primorosa que quando os extraterrestres chegarem no planeta Terra, deve ser aclamada como uma das maiores obras de artes do Cinema.
★ 10.0
O filme é um clássico da cinematografia baseado em um clássico da literatura, é difícil para um mero imbecil como eu contemporâneo dos anos 2000 avaliar um filme de quase 1 século atrás, sabemos que o filme serviu para inovar o cinema como nunca antes visto, a própria atuação, ora, Rains interpreta alguém que não tem corpo, mas a magia de seu papel está na vocalização, até mesmo assistindo em uma versão dublada é possível denotarmos a importância que tem para a construção da persona e da imersão na obra, ele se propõe a ser de terror, difere dos atuais de seu gênero, talvez pelo pioneirismo da época em explorar o gênero, talvez por vermos o terror de outra perspectiva, das outras personas incluídas na obra, o humor é magnânimo aqui, sensacional, ótimas risadas, filme altamente carismático e atemporal, um gostinho de quero mais, fico triste de não podermos ver mais do homem invisível e de sua versão de Rains e Whale, que obra!
★ 10.0
Um equilíbrio perfeito entre momentos de histeria cômica e um terror genuíno. A invisibilidade é o poder mais fascinante porque realmente separa alguém de qualquer responsabilidade moral, o que, claro, leva a uma psicose e a uma obsessão por poder, e esse filme mostra isso muito bem.

Conseguiram criar a invisibilidade antes mesmo das cores.
Aura. Muito bom e engraçado. O enredo é muito simples, assim como desenvolvimento de qualquer coisa, mas não é de se esperar muito nesse sentido de um filme dessa época, quando o cinema estava engatinhando. Ainda assim, o filme impressiona no efeito do homem invisível: melhor que o CGI atual da Marvel.
Esse filme se torna mais rentoso à medida que nos diz muito sobre a visão da época: as mulheres aqui só servem para gritar e espernear; o terror ainda estava se formando e o gênero não tinha como objetivo assustar o espectador; a comédia nas ações; o funcionamento da polícia e da sociedade nessa pequena cidade; o espalhamento das notícias pelo boca a boca e pelo jornal; a fofoca e a união da população local em locais como bares, onde todos se conhecem e palavreiam; a figura do cientista louco; o exagero das expressões; a câmera sempre estática, como se observando uma peça de teatro.
Enfim, magnífico.
★ 10.0
Clássico absoluto do terror! O sujeito fica invisível, enlouquece e decide tocar o terror na Inglaterra inteira. Para a época, os efeitos eram tecnologia de ponta digna da Unidade 8200. Aula de cinema!