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Kairo
DIRETOR
Kiyoshi Kurosawa
LANÇAMENTO
03/02/2001
ASSISTIDO EM
17/07/2026
SINOPSE
Um grupo de jovens amigos é abalado pelo suicídio repentino de um deles. Quando sua imagem fantasmagórica aparece na tela do computador, algo muito mais terrível é desencadeado. O terror aumenta à medida que mais mortes e desaparecimentos ocorrem.
ONDE ASSISTIR (US)
Philo AMC+ Amazon Channel

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Kairo

Visto
Ranqueado #37/76
Spoxbr
Em Terror / Horror: #5/23 · Em Suspense / Thriller: #12/30
7.6
MEDIANA
7.46
MÉDIA
7.6
MODA
★ 7.6
Kairo é muito mais um ensaio filosófico e melancólico sobre a solidão humana do que um filme de monstros tradicional. Uma obra essencial para quem aprecia o J-Horror e busca um terror que ecoa na mente muito depois dos créditos rolarem, possuí um bom design de som e de fotografia.
★ 7.0
O mundo aborda de forma metafórica mesmo que no primórdio do que viria a ser um mundo mega-conectado, que estamos, na verdade, em um mundo de eterna solidão, como diria Bauman, de relações sociais cada vez mais esvaídas, em que perde-se a consolidação de vínculos e o valor de uma companhia. O story-telling é bem imersivo e ficamos realmente na pele de quem vivenciou esta estória. Entretanto, Contudo, Todavia, entristece-me ter de ver filmes de terror com um roteiro fraco em que os imbecis dos personagens apenas se direcionam em direção ao Terror, ao invés de como no senso comum, correrem. No geral, o filme é bom, mas mediano.
Um bom filme, com forte suspense e realmente tenso de se assistir. Com uma poderosa mensagem sobre o suicídio, a obra é capaz de desenvolver muito bem o forte fardo das personagens.
Contudo, o roteiro por si somente não é um ponto forte e sinto que muitas brechas da história não são explicadas - não que tudo deva ser explicado, mas sinto que, nesse caso, atrapalha negativamente o espectador.
Além disso, infelizmente sofre, em menor medida, mas ainda assim, de um dos maiores problemas de filmes do gênero: decisões estúpidas e sem lógica das personagens.
Ainda assim, é um dos melhores filmes de terror que já vi, sem dúvidas.
★ 7.7
Kiyoshi Kurosawa é, para mim, o cineasta que melhor domina o uso do princípio estético do "ma" (o silêncio) para construir tensão. Um fantasma se aproximando lentamente de um personagem em um cômodo escuro é um exemplo claramente superior de como criar pavor sem recorrer aos jump scares característicos clássicos do cinema hollywoodiano no terror.
O filme também trabalha muito bem os temas da solidão e da depressão, o que ganha ainda mais impacto quando se considera a alta taxa de suicídio no Japão e o vazio existencial de uma sociedade cada vez mais tecnológica. Uma tecnologia criada para conectar pessoas acaba evidenciando sua incapacidade de estabelecer relações reais entre as pessoas.
★ 7.6
A internet discada trazendo o apocalipse e a depressão pro Japão. Assustador, melancólico e com o melhor design de som da história do J-Horror!